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A novidade é o velho terror

Obama mata Osama, mata o terrorista, confirma o Estado de extermínio dos E.U.A, gera ódio islâmico, nascem terroristas, renasce a promesa de terror, Solidifica o Estado como detentor do monopólio da violência, temos um líder cruel, assassino como os anteriores, sobe o ibope, satisfação de uma nação, garante a eleição.

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Última Atualização ( 03 de maio de 2011 )
Tudo que é sólido desmancha no ar

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Última Atualização ( 30 de abril de 2011 )
Série - Pensamentos

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Por que choras?

Steve McCurry

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Última Atualização ( 28 de abril de 2011 )
Pós-moderno

"Platéia" de Pedro Barateiro

Um amigo visitou a minha casa por alguns dias, conversamos muito e um tema foi recorrente: a pós-modernidade.

Se na época em que eu tinha 16 anos, um professor, ou qualquer outro adulto decreta-se que eu vivia na pós-modernidade, certamente eu perguntaria: o que é pós-modernidade? Ele me responderia: é o que vem depois da modernidade. Eu acharia o máximo.

Algum tempo atrás li sobre a pós-modernidade em Frederic Jameson, entendi que minha geração é pós-moderna, que a arte é pós-moderna, que o mundo é pós-moderno, que o tempo é pós-moderno, que o cult é ser pós-moderno, que a informação é pós-moderna, que o narrador está morto, que o pensar dói mais na pós-modernidade, do que doía na modernidade. Que o simples pode ser muito complexo. Que o complexo se camufla de minimalista.

O pós-moderno está ai, “à Bangu”, em tudo e todos. Está no tudo e no aparente nada. O pós-moderno está para o jovem como o tudo que passa voando. Está para o velho como o moderno que passa despercebido.

O pós-moderno é ser todo, aos pouquinhos.

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Última Atualização ( 28 de abril de 2011 )
Não Peça permissão!

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Última Atualização ( 25 de abril de 2011 )
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