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Estomago, bocas, 1 semana PDF Imprimir E-mail

 1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide. Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares



 2 - Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares



 3 - Italia: Família Manzo da Secília Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dolares



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Última Atualização ( 04 de junho de 2010 )
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Por que não ser vice-presidente? PDF Imprimir E-mail

O presidente do Brasil é “o cara” mais influente da América Latina, e com as atuais políticas internacionais, quiçá do mundo. Então, por que cargas d'água, alguém abdicaria de ser o vice-presidente mais influente do mundo? Apresento um exemplo: Seu nome é Kátia Abreu. Esta digníssima senadora da república. Ela desistiu. O programa pânico diria: “Arregou!”. Seus motivos? Capital político adquirido na liderança do agronegócio. Senadora do (DEM) pelo estado de Tocantins, Kátia Abreu é a porta-voz, representante dos interesses latifundiários no congresso. Para aqueles, amantes do capitalismo, possuir capital político é como apostar na bolsa de valores. Você aposta em companhia de fertilizantes, soja, gado, ganha um bom dinheirinho e fica feliz da vida. O capitalismo faz a pessoa feliz. O capitalismo e o McDonald. Porém, sempre tem um porém, você desconhece como esta produção é realizada. Acada comendo o fertilizante em alimentos, soja transgênica, ou no belo pedaço de picanha. Kátia Abreu adora uma boa picanha, de preferencia pingando sangue. Ou não, será que ela é vegetariana e ama o capitalismo? Uma coisa é certa. Ela não quer ser vice-presidente do José Serra. Não quer ser algemada politicamente em detrimento a sua causa. Passou anos e anos construindo seu capital político. Tempo é dinheiro e dinheiro é tudo na política. Tanto para corromper, como para corromper. Viva o capital político, são os benefícios da corrupção, aquele que abandona o poder para o obtenção do lucro capital.



Thelmo Corrêa

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Última Atualização ( 03 de junho de 2010 )
Kuhle Wampe PDF Imprimir E-mail

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A Paroxítona de Ofélia no CINEOP PDF Imprimir E-mail

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A Paroxítona de Ofélia PDF Imprimir E-mail

O curta-metragem de animação "A Paroxítona de Ofélia" foi selecionado para a mostra competitiva do festival FENART na Paraiba. Com direção e roteiro de Rogério Farandola. Produção Faradexploitation e Cinema soco.

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Última Atualização ( 18 de maio de 2010 )
O poder para as mãos do povo PDF Imprimir E-mail
"Uma vez passado o poder para as mãos do povo - não é a sua maior tendência a emitir bons juízos, nem porque possa parecer o mais justo aos olhos da minoria, mas sim porque ela (a maioria) é fisicamente a mais forte."
Henry David Thoreau

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Schopenhauer, Rubem Alves, Nietzche, e Pérolas PDF Imprimir E-mail

  Ostra feliz não faz pérola

Ostras são moluscos, animais sem esqueleto, macias, que representam as delícias dos gastrônomos. Podem ser comidas cruas, com pingos de limão, paellas, sopas. Sem defesas – são animais mansos -, seriam uma presa fácil dos predadores. Para que isso não acontecesse, a sua sabedoria as ensinou a fazer casas, conchas duras, dentro das quais vivem. Pois havia num fundo de mar uma colônia de ostras, muitas ostras. Eram ostras felizes. Sabia-se que eram ostras felizes porque de dentro de suas conchas saía uma delicada melodia, música aquática, como se fosse um canto gregoriano, todas cantando a mesma música. Com uma exceção: de uma ostra solitária que fazia um solo solitário. Diferente da alegre música aquática, ela cantava um canto muito triste. As ostras felizes se riam dela e diziam: “Ela não sai da sua depressão…”. Não era depressão. Era dor. Pois um grão de areia havia entrado dentro de sua carne e doía, doía, doía. E ela não tinha jeito de se livrar dele, do grão de areia. Mas era possível livrar-se da dor. O seu corpo sabia que, para se livrar da dor que o grão de areia lhe provocava, em virtude de suas asperezas, arestas e pontas, bastava para envolvê-lo com uma substância lisa, brilhante e redonda. Assim, enquanto cantava seu canto triste, o seu corpo fazia o trabalho – por causa da dor que o grão de areia lhe causava. Um dia, passou por ali um pescador com o seu barco. Lançou a rede e toda a colônia de ostras, inclusive a sofredora, foi pescada. O pescador se alegrou, levou-as para casa e sua mulher fez uma deliciosa sopa de ostras. Deliciando-se com as ostras, de repente seus dentes bateram num objeto duro que estava dentro de uma ostra. Ele o tomou nos dedos e sorriu de felicidade: era uma pérola, uma linda pérola. Apenas a ostra sofredora fizera uma pérola. Ele tomou-a e deu-a de presente para a sua esposa.

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