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Dias tristes PDF Imprimir E-mail

 Preciso entender. Preciso parar e compreender onde me aniquilo. As coerções, as carências, a liberdade e a individualidade, não me alimentam. Estou fraco, faminto, subnutrido, preste a um colapso. As partes do meu corpo que apodrecem se desprendem do todo. Lixar as partes que apodrecem e doem.

Preciso entender. Encontrar um lugar dentro do caos, da aniquilação, que me potencialize.

O pendulo precisa balançar, intenso.

O externo me atravessa e estaciona. Precisa seguir.

Preciso gerir o método, regurgitá-lo, e me alimentar dele.

Preciso ficar cego para encontrar nas costas dos outros o apoio necessário.

Preciso me tornar para não ser expropriado de mim.

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Para um velho amigo que perdeu a visão. PDF Imprimir E-mail


“Vejo uma massa inumerável de homens semelhantes e iguais que incansavelmente voltam-se para si mesmos em busca de prazeres pequenos e vulgares com os quais preenchem sua alma. Cada um deles, refugiando-se à parte, é como se fossem um... estrangeiro a destino de todos os demais: seus filhos e amigos particularmente constituem para ele toda a espécie humana; quanto ao restante de seus cidadãos está ao lado deles mas não os vê, toca-os e absolutamente não os sente, ele não existe senão em si mesmo, e se lhe resta ainda uma família, pode-se no mínimo dizer que ele não tem mais pátria" (Tocqueville).

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Última Atualização ( 04 de outubro de 2010 )
Censura PDF Imprimir E-mail

A Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo divulgou ontem nota pública pedindo para que os trabalhos do artista pernambucano Gil Vicente sejam excluídos da Bienal de São Paulo, que abre no próximo dia 25. Os dez desenhos da série "Inimigos" retratam o próprio artista atentando contra a vida de figuras públicas.
















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Última Atualização ( 18 de setembro de 2010 )
Senhores da guerra PDF Imprimir E-mail





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A democracia é um natimorto PDF Imprimir E-mail

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Primeira aula de ciência econômica PDF Imprimir E-mail

Hoje tive minha primeira aula de ciência econômica. Muito atento cheguei a seguinte conclusão: ciência econômica pode ser algo complexo, ou também pode ser definida com uma simples representação simbólica como a imagem acima.

Estamos em um cabo de guerra, todos do mesmo lado, segurando firme, ninguém solta. Alguns carregam muito peso, outros nem tanto. Uns já estão com as mãos calejadas, lacrimejam sangue, outros nem tanto. Uns nunca encostaram na corda, nem encostarão. Uns pagam terceiros para segurar por eles. Terceiros seguram dobrado. Uns prometem, mentem, dizem que um dia irão ajudar. Prometem.
Do outro lado desse cabo de guerra está a economia invisível. Essa que todos sentimos o peso, e ninguém viu, ou sabe o que realmente é. Ela pesa, tenciona. É como a culpa cristã, não existe mas está lá.
Ninguém solta, todos temos medo do que pode acontecer se soltarmos. Pode acabar com tudo o que temos. Por isso seguramos. Firme, todos unidos. Nos unimos para isso.
Para quem estuda ciência econômica fica a sensação: ou entendemos como ela funciona para virar um capitalista explorador do trabalho social de terceiros, com isso viver confortável e pagar terceiros para segurar a corda, ou entendemos que a vida econômica é para espertos exploradores, se não vamos fazer parte desse jogo sujo, sejamos aqueles que carregam culpas e cordas. Pesadas ou leves, carregamos cordas.
Puta feliz é aquela que sabe: Serei fudida. Então vou gozar!

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Aforismo PDF Imprimir E-mail

A imagem se apaga na tela. Persistência retiniana. Morte na tela, memória e o que restou foi sonho.

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