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O que Boris e a Rede Bandeirantes querem dizer com isso? PDF Imprimir E-mail

Quem são essas patrulhas obscurantistas? Quem são os “apenas 73 votos”?

Quem é o verdadeiro ambientalista?

Hoje eu afirmo, eu sou um ambientalista. Por que eu sou? Pois bem, eu entendo que o ambientalista é o cidadão, indivíduo comum, partícipe da sociedade, aquele que entende o meio ambiente como um único complexo de sistemas interligados, onde a minha ação individual provoca alterações, transformações e está sujeita a reação. O velho conceito de toda ação gera uma reação. Se eu sujo a minha casa, preciso limpá-la; se eu gasto muita água, preciso pagar seu preço; se eu como produtos industrializados, sofro as consequências na minha saúde; se eu aceito que o Estado fomente o desmatamento da Amazônia, eu reconheço a finitude, precoce, do meu futuro.

Muitos discutem sobre como deve se configurar a “nova esquerda”. Como atualizar as ideologias, frente a um adversário tão onipotente, como o neoliberalismo, que coopta ideais bipolares. Como fazer isso?

Novamente eu afirmo, eu sou um ambientalista. O desenvolvimento, atrelado ao ideal progressista. O progresso só faz sentido se você conhece a sua finalidade. Eu não conheço o meu futuro. Não sei como o progresso me levará para um estado de bem estar social. Eu conheço o meu presente e o progresso me leva a identificar o caos. Reconheço o caos, olho para fora e consigo vê-lo, posso tocá-lo, sinto o seu cheiro, as vezes tem cheiro de queimado, as vezes de sangue, as vezes é podre, as vezes fétido, a maioria das vezes de merda. Esse é o presente, o progresso.

Boris e os senhores da Rede Bandeirantes de Televisão esquecem que os “apenas 73 votos” podem ser reflexos dos 20 milhões que Marina Silva teve nas últimas eleições. São 73 que não venderam suas ideologias aos pecuaristas. São 73 com o mínimo de consciência, ética, e que dão função a um congresso corrupto com 40% de desaprovação popular.

Querido Boris preservar o meio ambiente é garantir o bem estar social, garantir um futuro saudável, alimento sem agrotóxico, incentivar a agricultura família, reduzir transporte individual, qualificar o transporte coletivo, penalizar quem polui rios e fontes de água potável, entender que todo ser vivo faz parte do ecossistema, não são produtos. Queridíssimo Boris, o desenvolvimento não é coletivo, não enriquece a todos, não divide terras, não divide riquezas, não compartilha bem estar, não se preocupa com o social. O desenvolvimento é segregador, expropriador, calculista, hegemônico, excludente, sujo, corrupto, e por fim, não se preocupa, nem de longe, com o ambiente. Seus interesses são poder, lucro, e dominação. Desmata o país, embala e vende carne para o inglês comer, planta ração de porco, para depois vendê-lo para a China comunista. Soja e milho, são ração animal. Vacas são leiterias, bois são para corte, porcos, galinhas, e peixe, não são animais, são produtos de exportação. Aqui estão os seus 30% da economia do país. Esse é o Bruto e isso é Brutal.

Por isso amabilíssimo Boris, eu sou ambientalista. Eu amo minha terra e seu povo. Não o vendo nem faço transações lucrativas, reconheço o valor de nascer em uma terra rica e próspera. Não estou a venda. E se, somente se, ser ambientalista é ser obscurantistas só o futuro dirá. Essa é a nova esquerda, e por isso você a teme. O ambientalista de hoje é o antigo comedor de criancinhas.

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Última Atualização ( 26 de maio de 2011 )
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O homem visível PDF Imprimir E-mail
Um homem, em frente a uma Petshop, amarra um saco de ração no bagageiro de uma bicicleta. Um segundo homem chega de carro, estaciona, desce com seu cachorro, sobe a escada e fica na dúvida bato ou não na porta? Tem campainha? Acho melhor perguntar ao serviçal. O homem com seu cachorro olha para o homem da bicicleta e faz cara de “solicito seus serviços”. O homem da bicicleta não entende e diz: você precisa tocar a campainha! O homem com seu cachorro, não agradece a informação, vira-se e toca a campainha. Tudo foi estranho. O homem da bicicleta sai pedalando e tentando entender o que aconteceu. Como um relâmpago, toda a situação se esclarece em sua cabeça. Eu estava invisível. Ele achou que eu era um funcionário da Pet, por que estava de bermuda, camiseta, chinelo, amarrando a ração, ele se achou no direito de ser visível e desprezar a minha visibilidade. Queira que um funcionário da Pet pergunta-se a ele: O homem que o senhor viu lá fora, agora mesmo, amarrando um saco de ração na bicicleta, era alto, baixo, magro, gordo, moreno, loiro, negro, branco? Se ele, ao menos lembrar que havia alguém lá fora, certamente diria: Não faço a menor ideia do que está falando.

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Práxis da semana.: 0.3 PDF Imprimir E-mail
Última Atualização ( 20 de maio de 2011 )
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Mágico PDF Imprimir E-mail

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Última Atualização ( 16 de maio de 2011 )
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Você caiu, você se apagou, você não fez mais nada. PDF Imprimir E-mail
"É verdade que ora ganhei meu pedaço de pão, ora ele me foi dado por bondade de um amigo; vivi como pude, nem bem nem mal, como dava; é verdade que perdi a confiança de muitos; é verdade que minha situação pecuniária está num triste estado; é verdade que o futuro me é bem sombrio; é verdade que eu poderia ter feito melhor; é verdade que meus próprios estudos estão num estado lamentável e desesperador, e que me falta mais, infinitamente mais do que o que eu tenho. Mas vocês chamam isso de cair, de não fazer nada?"

(Vincent Van Gogh)

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Última Atualização ( 13 de maio de 2011 )
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Quem desligou o ar condicionado? PDF Imprimir E-mail

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